Dec 1, 2009
"Cale a sua boca!"

Antes de qualquer coisa, quero compartilhar algo: Minha Duquesa gorda deu à luz! É uma linda menina nascida no dia 01/11, mas só no último fim de semana pude ir lá dar uma olhada. Ela é linda, linda, linda!! Apaixonada pela minha nova netinha!

Agora vamos ao que interessa. Desde o último post eu venho lendo, pesquisando e estudando feito louca. O dia das evocações se aproxima e não quero dar nenhum passo em falso, até porque, como já disse o Paulo, e procuro lembrar sempre disso, "esse é um caminho onde não há lugar para arrependimentos".

Falando no Paulo, deixe-me logo esclarecer. Ele é alguém que conheci em uma comunidade sobre Goetia no orkut. Uma pessoa que me inspirou algo bom desde o início, antes mesmo que eu soubesse o que hoje sei sobre ele, alguém em quem acredito bastante e que eu respeito profundamente, não só pela experiência e trabalhos mágicos mas também por sempre estar disposto a ajudar. Tenho aprendido muito com ele, diariamente, e ouso dizer que ele tem sido uma peça fundamental no meu desenvolvimento mágico/goético.

Ok, rasgações de seda à parte, há alguns dias atrás li algo no blog dele que me deixou pensativa... Eu sempre senti a necessidade de compartilhar experiências mágicas com outras pessoas. Infelizmente, tirando as conversas na Loja Rosacruz, que acho que não se encaixam aqui, nunca tive com quem conversar, nunca conheci um magista com quem pudesse falar abertamente sobre rituais, invocações, práticas, vivências, etc. Por isso sempre quis fazer parte de um grupo de estudos, mas isso também nunca aconteceu. Então sempre mantive-me calada e pouquíssimas pessoas sabem da minha relação com a Magia.

Por outro lado,  eu sempre soube também da necessidade de manter-se calado, de não sair por aí falando aos quatro ventos o que você fez, fará ou deixou de fazer, o que nem sempre foi tarefa fácil pra mim. Desde que me envolvi com a Goétia, que é um sistema extremamente prático e de resultados rápidos (e por vezes impressionantes) minha vontade de falar com alguém aumentou, e muito! São tantas coisas acontecendo, tanta informação, tantos preparativos e tantos fatos impressionantes, simplesmente é difícil pra mim ficar quieta! Na falta de pessoas com o mesmo interesse e conhecimento (não me sinto totalmente confortável falando certas coisas na comunidade do orkut), comecei a contar pequenas coisas aqui e ali para o meu marido. Mas ele é do tipo que não acredita muito nessas coisas. Ele parece se interessar, faz perguntas, mas as vezes me sinto uma completa idiota falando pra ele que sonhei isso ou que o demônio tal faz aquilo. Acontece as vezes de eu até sentir uma atmosfera diferente depois que conto pra ele algo que planejava fazer. Me vem uma sensação de "eu definitivamente devia ter ficado calada!" quase que instantaneamente. Eu até tento me segurar, muitas vezes me calo sobre determidado ocorrido durantes semanas, até que não mais consigo e acabo falando - e me arrependendo depois. E eis o que li no blog do Paulo:


"Uma coisa que descobri com a prática é que tudo conspira para dar errado, ao contrário do que Paulo Coelho diz. Você faz um ritual para passar num concurso, começam a aparecer vídeos e livros ótimos "do nada". Você encontra na fila do supermercado alguém que já fez o concurso e passou e descobre alguns macetes. Então chega em casa e seus pais ou namorado(a) lhe diz: "tô com medo que você não passa!".

As coisas à sua volta podem conspirar na direção contrária à da sua vontade. Amigos, cônjuges, inimigos, vizinhos etc. Por isso tem algo que aprendi desde cedo, mas só consegui aplicar depois de mais de quinze anos de prática: cale a sua boca!

Fique em silêncio, ou você pode sentir a atração do ímã. Lembre-se o ímã magnético da vida não é mau, ele apenas quer segurar você onde estava, para evitar riscos. Seja ousado, admita seus medos e descubra sua coragem interna e fique em silêncio.

Outra coisa que isso me ensinou: não espere apoio. Esse suposto apoio psicológico dos outros nem mesmo é necessário, você já deve fazer um milhão de coisas sem precisar dele. Você está praticando Magia, você tem que ter autoconfiança, ou ao invés de Magia será apenas mais um passatempo, só que frustrante."

Pois é, essa serviu direitinho para mim. Apenas screver no meu diário mágico não é o suficiente para mim! Preciso aprender de uma vez por todas a lidar com isso e calar a minha boca!! E aos interessados, aqui está o blog do Paulo.


Posted at 01:16 pm by PinkySammet
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Nov 5, 2009
André Matos: foi bem mais que um simples show...

Então vamos ao que interessa... o show e os efeitos dele sobre mim. Se vcs quiserem detalhes sobre o evento, nesse blog tem uma resenha bem legal. Mas o que eu vou falar não éexatamente sobre o show ou a performance das bandas.

Sabe, quando eu comecei a ir em shows de metal eu tinha uns 14 anos, e em quase todos os shows que eu fui, centenas deles, meu amigo Gustavo estava comigo. Nós criamos uma série de "rituais" que seguíamos a risca, como madrugar pra chegar bem cedo nas filas e nas tardes de autógrafos pra sermos sempre os primeiros e ficarmos sempre na grade. Os show começaavam geralmente as 21h e nós chegávamos as 6 ou 7 da manhã. Saíamos de casa as 5h correndo pq "estávamos atrasados"! O pessoal dos lugares onde ia rolar os eventos já nos conheciam como "os primeiros da fila". Havia também umas fotos clássicas que tirávamos e várias outras coisas especiais que fazáamos juntos, passamos por poucas e boas e várias "aventuras metálicas", como chamávamos, como no dia em que nos perdemos num lugar muuuito longe, sem a  menor ideia de onde estávamos, sem guarda-chuva no meio de um temporal e com grana suficiente apenas pra comprar um pão doce de R$ 0,50 e dividirmos, tudo isso procurando o local onde seria um workshop do Kiko Loureiro ou quando passamos a noite na fila de um show do Iron Maiden, dormimos atrás de um enorme Eddie inflável e também num temporal, totalizando 26h de fila...!
  


Bem, o fato é crescemos assim, entre shows, heavy metal e muita diversão, até que em 2006 eu casei e me mudei pra São Paulo. E assim nossa vida de antes teve um fim, as correntes do metal foram quebradas, como brincávamos. Tudo isso aconteceu a seu tempo, eu curti muito minha essa época mas amadureci, conheci coisas novas, pessoas e lugares diferentes, etc. Em 2007 decidi engravidar e em 2008 meu filho nasceu. A partir daí um mundo totalmente nova se abriu diante dos meus olhos, o mundo da maternidade. Algo intenso e inexplicável explodiu dentro de mim, descobri que nasci pra ser mãe e nessa mesma época descobri a carreira da minha vida: Me apaixonei por partos, bebês, amamentação e tudo isso, comecei a estudar Enfermagem pra me especializar em Obstetrícia e Neonatologia e me tornei uma doula
, pensando em um dia ser uma parteira. Tudo isso ocupou grande parte de mim e eu não ia a shows a muito tempo, o último sendo o do Marilyn Manson em 2007, que fui grávida de 2 meses. Eu já não tinha mais tempo para o heavy metal. Ainda escutava meus cds, embora não com a mesma frequência de antes, mas parei completamente de pesquisar bandas, não procurava mais saber o que se passava com elas, nem mesmo com as minhas favoritas, vários cds foram lançaados e eu nem ao menos sabia. Embora eu nem por um segundo tivesse deixado de amar o metal, eu meio que me afastei da cena. Eu tinha noção de que isso estava acontecendo, mas estava tão cansada, ocupada e envolvida com minha nova vida de mãe e minhas novas descobertas e mudanças na minha vida (nessa mesma época passei por um problema bem sério também) que não conseguia reagir e sair da inércia. O fato de eu estar morando em uma cidade no interior de SP onde era incrivelmente difícil fazer amizades e as pessoas era terrivelmente frias, secas e distantes também não ajudava muito.


       


No fim de 2008 eu voltei para o RJ, mas tudo continuava na mesma. Como meu marido estava em SP ainda, eu não tinha nunca com quem deixar meu filho (meus pais não ficam com ele e eu sou contra deixar com babás por qualquer motivo que não seja absolutamente necessário), então nunca mais fui a shows. Até que eu soube que o André Matos tocaria em Niterói... eu simplesmente não podia deixar essa chance passar, afinal Niteé tão pertinho! Liguei logo pra Gustavo (fã incondicional do André) e combinamos de ir juntos: Seria o nosso grande retorno! Um dia antes do show rolou uma tarde de autógrafos e eu fui com meu filho, acabou sendo nossa primeira aventura metálica, foi bem legal ir tão longe com ele sozinha (2 ônibus, ele é um bebê bem agitado e high need) pra ver uma banda, e fiz o que tinha há muito tempo vontade de fazer, tirei uma foto dele com um ícone do heavy metal. Sim, uma foto dele no colo do André Matos!

Passei umas 2 semanas trabalhando nisso, me esforçaando pra colocar meu filho pra dormir mais cedo (raramente deu certo), o plano era sair de casa as 21h e encontrar Gustavo pra irmos ao show. Estávamos preparados pra perder as bandas de abertura (o evento começou as 16h) e talvez até um pedaço do show do André. Foi de fato uma aventura, saímos de casa atrasados, fomos andando até o ponto final do ônibus, que era longe, depois correndo até o lugar do show, maior correria! Foi bem legal ter aquele tempo com ele no ônibus, ouvindo som e conversando sobre a cena, lembrando das coisas que fazáamos, falando sobre a vida... Nostálgico! =P Chegamos ao Canto do Rio e o  André já estava no palco. O lugar não estava cheio, na verdade estava até bem vazio, a impressão era de que nem havia 500 pessoas, o que me surpreendeu, mas optamos por ficar lá atrás, numa parte mais alta, de onde víamos o palco todo.




Essa foi uma coisa que me surpreendeu... eu sempre, sempre, sempre fui gradeira fanática. Madrugávamos nas filas de shows pq querámos sempre ficar na grade, entrar primeiro que todos, se eu não ficasse na grade, então o show não valia a pena pra mim! Dos trocentos shows que eu fui, em apenas 4 eu não fiquei na grade (e em 2 desses eu comecei na grade, mas saí), e foi frustrante! Cheguei inclusive a quebrar a mão lutando por um lugar na grade num show do Stratovarius uma vez. Gustavo perdeu o interesse pelas grades antes de mim, nos últimos shows que fomos juntos eu grudava na grade e ele ficava lá atrás, e nos encontrávamos no final, ele  dizia não ter mais pique pra isso, que estava ficando velho (hehe, aos 20 anos!), etc. Mas lá, nesse show do André, eu passei a entendê-lo... ficamos lá atrás, de longe, vendo o show de cima, curtindo o som, prestando atenção nos detalhes, conversando sobre algo que a banda fazia... eu olhava pra multidão e via aquele pessoal mais novo, muitos deviam estar em seus primeiros shows, eu acho, todos empolgadíssimos e se matando na grade e lá no meio, alguns até abrindo rodas (que eu sempre detestei). Eu olhava aquilo e ainda podia sentir a sensação de ter as costelas esmagadas e o ar expulso dos pulmões pela compressão das pessoas ao lado, e concluí que definitivamente aquilo não é mais pra mim! Agora eu entendo pq a maioria dos bangers que eu conheço que tem mais tempo no metal e são mais velhos que eu chegam um pouco mais tarde nos shows, não ligam pra filas e ficam mais atrás, com uma visão e uma audição privilegiadas, inclusive. E eu me surpreendi com a minha reaçãoo. Eu não esperava, gradeira como sempre fui, preferir agora fazer parte do grupo de trás e curtir isso. Curtir o show com mais calma, mais atenção, não sei, é algo diferente. E bem melhor. Enfim, minha fase de grades se foi!

A outra coisa que aconteceu foi que esse show trouxe a tona sentimentos adormecidos, eu percebi o quão afastada do heavy metal eu estava e como eu realmente amo tudo isso, amo cada música, cada banda, cada riff, cada gutural, cada agudo, cada solo, cada show, cada minuto nas filas, tudo! Depois do show eu olhei pra trás e vi tudo que já passei e também o que perdi nesse tempo longe da cena, e tudo o que eu ainda posso recuperar e ganhar! Voltei com força total... Tudo está voltando a ser como era antes... e dessa vez vai ser pra sempre! Metal chains welded forever!
Big Smile

 

Posted at 10:01 am by PinkySammet
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Oct 30, 2009
Ataque goético!

Eu sei que devia ter postado antes, mas não deu. E eu sei que esse post devia ser ainda sobre o show do André Matos, mas essa noite aconteceu algo que eu preciso contar aqui!

Pouca gente sabe (e isso vai mudar agora, com esse post, hehe), mas eu estudo e pratico Magia há mais de 10 anos. Já trabalhei com vários sistemas, várias áreas, e uma das minhas favoritas é a Thelema. Há um sistema pelo qual eu sempre me interessei, já li e pesquisei muito a respeito, mas sempre tive receio de usar. Se chama Goetia e consiste, grosso modo, de evocações de demônios para se conseguir algo. Pois bem, há alguns meses atrás eu decidi finalmente experimentar, pq precisava muito de uma coisa. O interessante é que desde que decidi isso, que comecei a pesquisar pra ver qual daemon se encaixava ao que eu queria, como eu faria a evocação, que materias usaria e tudo mais, a situação em relação ao meu problema começou subitamente a melhorar, e consegui algo muito legal que eu e meu marido queríamos e precisávamos muito. Além disso notei outras coisas boas acontecendo, inclusive tive sonhos ligados a isso.

No dia do show que falei ali em cima, eu precisava de algo a curto prazo e antes de sair de casa me concentrei e pedi mentalmente ao daemon que eu já havia escolhido desde o começo, Amy, que fizesse algo pra mim. Quando eu voltei do show o pedido tinha sido atendido. Eu não o evoquei, não fiz um ritual nem nada, apenas conversei com ele mentalmente, não foi nada formal, mas fizemos uma espécia de acordo, prometi que se ele fizesse o que pedi, eu confeccionaria seu selo com muito capricho, um belo selo, e guardaria comigo. Só que como eu estava com pouco dinheiro, acabei deixando a confecção do selo pra quando eu recebesse. E essa noite tive uma surpresa nada agradável...

Eu fui acordada por movimentos... estava deitada, dormindo, e acordei sentindo que meu corpo se mexia pra um lado e pro outro... A princípio pensei que estava sonhando, nem abri os olhos, mas os movimentos foram ficando mais intensos... Abri os olhos e esperei, dava pra sentir nitidamente mãos do lado do meu corpo, me embalando, meu corpo virava pra lá e pra cá, devagar... Fiquei assim por alguns minutos até que de repente as mesmas mãos me puxaram com muita força pra fora da cama, foi um puxão repentino que me assustou, fui arrastada até a beira da cama, achei que ia ser jogada no chão, mas quando minhas pernas saíram da cama a força parou e a sensação das mãos me segurando desapareceram e eu fiquei lá, deitada, com as pernas penduradas pra fora da cama... Durante quase o tempo todo o selo de Amy era nítido em minha mente, pude ouvir também vozes, mais como sussurros, mas não consegui distinguir nada alé de seu nome, que foi falado umas 2 ou 3 vezes prómixo a mim. Num caso assim eu geralmente ficaria apavorada, mas dessa vez , não sei por que, não senti medo nem por um segundo. Quando acabou, eu fiquei meio atordoada tentando entender o que tinha acontecido, e depois voltei a dormir como se nada tivesse acontecido. Lembrando que, apesar de Amy ser meu daemon escolhido, eu ainda não o evoquei "formalmente", digamos assim, nem qualquer outro daemon, tudo que consegui até agora dele foi simplesmente pedido mentalmente, como já disse.

Um amigo  que trabalha com Goetia há muitos anos disse que esse "ataque" que sofri está relacionado claramente ao fato de Amy estar me julgando e me cobrando o selo que prometi. Era Amy dando seu recado, que havia algo que precisava ser completado, segundo o demônio. Que ele já havia feito o julgamento dele e agora estava só aguardando, e que eu fiquei tão atenta a determinadas coisas que deixei completamente de fazer a minha parte. Foi um aviso. Ele me disse ainda: "Mantenha o controle para não perder o controle sobre si mesma!"

Nesses anos todos nunca havia acontecido algo assim comigo, Nunca fui atacada nem perdi o controle durante uma prática mágica. Mas confesso que, apesar de não ter sentido medo na hora, agora pensando melhor no ocorrido posso ver o tamanho real disso, o tamanho real das forças com as quais estou lidando. Serviu pra me fazer refletir e não dar ouvidos a certas coisas que tenho lido por aí, de que os daemons goéticos são sempre amigos, não pedem nada em troca, não é preciso círculo de proteção etc. Ah, hoje de manhã comprei logo o material e confeccionei um selo bem legal para Amy. Dívida paga!

Posted at 05:30 pm by PinkySammet
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Oct 27, 2009
O Retorno...

Muuuitos anos se passaram desde que meu blog original,  Masterfreaks' Station, saiu do ar. Durante esse tempo muita coisa aconteceu, desde mudanças bobas até coisas de grande proporção, como minha mudança pra São Paulo, meu retorno à Arte e meu mergulho de cabeça no louco mundo da maternidade. No fim de semana passado (24 e 25 de outubro) eu fui a um show e lá percebi o quanto eu havia mudado, e algumas dessas mudanças  me deixaram impressionada, surpresa, e me fizeram cair na real. Eu sei que passei por mudanças profundas e radicais em certos aspectos, mas por esse tipo de mudança eu não esperava. Ou melhor, eu sabia que algo estava errado, mas não sabia onde, e agora eu sei. E foi preciso um show de heavy metal pra me fazer notar isso! Bom... eu tô falando do show do André Matos em Niterói. Mas isso já é papo pra um outro post, então amanhã volto pra atualizar e contar os detalhes.


Posted at 05:28 pm by PinkySammet
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PinkySammet
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A vegan-orcalover-headbanger-blood drinker mommy who is totally pro-natural birth and breastfeeding, practices Magick, is a doula and loves parenting! Phew! O.o

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