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Thursday, October 06, 2011
Orelha solta

Minha orelha está descolando da cabeça.

Odeio quando isso acontece.

 

Posted at 01:49 pm by PinkySammet
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Wednesday, October 05, 2011
Uma baita cãofusão!

Sábado (01/10) minha família cresceu mais um pouco! Adotei uma nova cadela que foi batizada Sunny, por ter sido adotada em um dia muito quente e ensolarado. E eis que ontem ela já começou a aprontar e me causou um problemão... Estava passeando com ela quando passei em frente a um petshop com gaiolas cheias de coelhos na frente. Meu filho quis fazer carinho neles e a Sunny ficou alerta olhando pros bichinhos, mas eu não dei muita atenção pq a minha outra cadela, Lola, também faz isso, mas ela cheira os coelhos, as vezes rosna, e não faz nada.

De repente senti um tranco na guia e quando olhei a Sunny tinha agarrado um coelho pelas grades da gaiola, a gaiola era grande e virou, o coelho berrava, ela agarrada nele, juntou gente pra olhar, todos gritando "alguém ajuda aqui!!!!!", o coelho gritando e ela não parava de puxar e sacudir, eu não sabia se puxava ela e machucava mais o coelho ou se esperava ela soltar, e ainda fiquei tentando equilibrar a gaiola enorme e cheia de coelhos que estava caindo em cima de mim, até que veio um funcionário da loja e deu um chute na Sunny e ela soltou o coelho, ficou tremendo dos pés a cabeça olhando pra eles, meio encolhida.

Pedi desculpas e fui pra casa, sou conhecida nesse petshop e avisei que podiam me ligar caso precisassem de medicação e tal. Mais tarde liguei lá e o dono da loja me disse que o coelho teve que ser sacrificado pq a Sunny quebrou a pata dele... Eu sei que são os intistintos de caça eque é absolutamente normal, mas fiquei tão triste pelo coelho e envergonhada na loja pela situação. :(

Posted at 06:15 pm by PinkySammet
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Tuesday, October 04, 2011
1 ano sem Gustavo

Ontem (03/10/11) fez uma ano que perdi pela primeira vez alguém importante na minha vida. Meu amigão e instrutor de patinação artística Gustavo. Nos conhecemos numa pista de gelo (e onde mais?) em 2004 e desde então nos tornamos inseparáveis, patinávamos juntos onde quer que fosse, eu, ele e um outro amigo de infância, Felipe.

Em novembro de 2010 a mãe do Gustavo ligou avisando que ele havia falecido no mês anterior. Ela não teve coragem de me ligar antes, sequer de avisar que ele estava doente e internado. Vítima da dengue e de uma bactéria mortal na época famosa e que matou várias pessoas em hospitais. A mãe dele disse que achava que mesmo só com a dengue ele não sovrviveria, estava muito fraco. Eu nem sabia que ele estava doente, estava morando em outro estado e nosso contato diminuiu, não pude fazer-lhe uma última visita, falar o quanto eu o amava e o quanto ele era importante pra mim.

Agora só me restam fotos, lembranças incríveis de tardes culturais e patinação que fazíamos e um chaveiro de patins de plástico que ele me deu e disse que seria meu chaveiro da sorte.Tenho sonhado bastante com ele... espero que continue assim. Tem uma pista de gelo perto da minha casa, mas fui lá olhar e não tive coragem de entrar. O gelo nunca mais será o mesmo. Até a próxima, amigo!

 

 

Posted at 05:48 pm by PinkySammet
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The ice cream of unending sadness

Posted at 05:23 pm by PinkySammet
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How things are.

Eu vou ficar bem. E se não ficar, não tem problema. Eu finjo.

Posted at 11:50 am by PinkySammet
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Monday, October 03, 2011
Mais uma vez...

Estou enlouquecendo outra vez. Bom, na verdade eu nunca dexei de ser assim, tudo apenas ficou mascarado. Agora eu entendo o que um colega meu disse um vez sobre como remédios psiquiátricos te deixam como um robô. É verdade. Parece que eu fui reprogramada, programada para ser feliz, para agir desse jeito amistoso e sociável, para me dar bem com a sociedade. Funcionou durante quase um ano. Mas não mais. A criatura furiosa e monstruosa que habita meu cérebro quer sair. Quero ser eu mesma. Não, eu não quero. Eu não posso! Voltar a ser como antes significa perder coisas importantes que consegui vivendo essa farsa que chamam de "vida". Eu não posso desistir agora. Preciso de drogas, mais drogas. Aumentos e mais aumentos de doses. Um que me faça dormir, um que me deixe acordada, um que me faça sonhar, um que me faça viver, um que me faça amar. Mas o que é que eu estou falando?! Já não sei mais . Só sei que não consigo mais fingir.

Posted at 11:10 pm by PinkySammet
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bedtime

Posted at 11:03 pm by PinkySammet
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Saturday, October 30, 2010
Gave Up - Nine Inch Nails

Pequeno sonho perfeito do tipo que mais machuca, esqueci como me sentir, bem
Ninguém pra culpar, sempre igual. Abro meus olhos, acordo pegando fogo 
 
Coberto de esperança e vaselina, ainda não consigo consertar essa máquina quebrada.
Vendo o buraco que costumava ser meu, assistindo minha decadência sistemática estável queimar
Depois de tudo que fiz, me odeio pelo que me tornei
 
Da confiança que abandonarei
Dando para mim o que desperdicei
Depois de tudo que fiz odeio a mim mesmo pelo que me tornei

Destruindo minha sanidade, destruindo minha integridade,
Destruindo o que eu acreditava, destruindo o que sobrou de mim.
Destruindo tudo que é meu, destruindo tudo que era real,
Irei me destruir em pedaços, eu não sei mais o que fazer!
 
Eu tentei.
Eu desisti.
Joguei fora.
 

Posted at 10:37 pm by PinkySammet
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Friday, October 29, 2010
Frase do dia

 

"Gere confusão. Espalhe o caos. Assista o mundo queimar."

 

Posted at 09:25 pm by PinkySammet
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Thursday, October 28, 2010
Suicídio... de novo.

SUICÍDIO

 

DEFINIÇÃO
  

     "Ato consciente de aniquilação auto-induzida, melhor entendido como uma enfermidade multidimensional em um indivíduo carente que define uma questão para a qual o ato é percebido como a melhor solução" ou simplesmente, a morte intensional auto-infringida.   De forma alguma o suicídio é um ato aleatório ou sem finalidade, mas representa a saída para um problema que está causando um intenso sofrimento.

     Associados ao sofrimento encontramos necessidades frustradas ou não satisfeitas, sentimentos de desesperança, desamparo e impotência, um estresse insuportável, um estreitamento nas opções percebidas pelo paciente e um desejo de fuga.

     O cenário ideal para o suicídio é composto de três fatores predisponentes e um gatilho que desencadeia a ação.   Este gatilho é a idéia de que dor da situação atual cessa terminando com a própria vida.   Os fatores predisponentes envolvem o ódio de si mesmo, devido à culpa ou baixa auto-estima; um estado de agitação, no qual o paciente está tenso e não consegue pensar com clareza; e a limitação das forças intelectuais, ou percepção estreitada, de tal forma que o indivíduo não consegue pensar mais além da situação imediata.

     A maneira de tentar reverter este quadro envolve reduzir a dor psicológica modificando o ambiente estressante; construir um apoio realista, reconhecendo que o paciente pode ter uma queixa legítima; e oferecer alternativas para o suicídio.

 

SUICÍDIO  X  SAÚDE MENTAL
 

     Entre os pacientes que cometem suicídio, quase 95% tem uma doença mental diagnosticada, 80% tem um transtorno de humor, 25% são dependentes de álcool, 15% dos pacientes que tem um destes transtornos morrem por suicídio.   Apesar de ser uma doença menos comum, a esquizofrenia responde por 10% dos suicídios.   Pacientes com depressão delirante são quem apresentam o mais alto risco para suicídio.

     O risco de suicídio entre pacientes psiquiátricos é de 3 a 12 vezes maior que no restante da população.   A idade do suicídio varia em torno dos 30 anos, o que parcialmente deve-se ao início precoce da esquizofrenia e transtorno de humor.

     Durante a primeira semana de internação o risco é alto, normalizando entre a terceira e quinta semana.

     O período após a alta é especialmente perigoso.   O paciente psicótico tende a destruir a rede de apoio social, e no retorno à comunidade, está fracamente integrada à sociedade.   O isolamento social, alguma nova adversidade ou à volta de problemas anteriores pode torná-lo desencorajado, impotente e desesperançado, estado de humor ideal para colocar o suicídio em prática.

     Após o terceiro mês a taxa de suicídio volta a se igualar com a população geral.

 

AVALIAÇÃO
 

     A atitude e os preconceitos morais de quem avalia um paciente suicida podem influenciar na decisão do paciente.   Reagir ao paciente de um modo moralista, crítico, ter reações fortes e negativas sobre a idéia de alguém tirar sua própria vida aumenta o risco na mesma proporção das reações negativas.

     O avaliador deve ter em mente que o estado suicida é freqüentemente passageiro, resulta de uma doença que tem causas tanto orgânicas quanto psicológicas, e que se o suicídio puder ser evitado, a doença subjacente será tratada e futuros estados suicidas serão evitados.

 

ETiOLOGIA
 

     A etiologia do suicídio envolve fatores sociais, como aqueles que ocorrem após a dissolução de um vínculo (suicídio anômico); aqueles cometidos em benefício de outros para aliviar a carga de alguém que tem de cuidá-los, um modo de recuperar a honra (suicídio altruísta); e o sentimento de não estar integrado no convívio, não ter lugar na sociedade (suicídio egoísta).

     Fatores biológicos estão claramente definidos.  Pacientes deprimidos com níveis baixos de ácido 5-hidroxindelacético (derivado da Serotonina) tem risco aumentado para suicídio.   Altos níveis de 17 hidrocortiscoteróides urinário também elevam o risco para suicídio.

     Entre os fatores psicológicos, pessoa com impulsividade acentuada, dependência de terceiros para manutenção de auto-estima, principalmente os dependentes insatisfeitos e ter expectativas irrealistas, os chamados "perfeccionistas" também ficam com um risco aumentado para suicídio.

 

EPIDEMIOLOGIA

   

     As taxas internacionais de suicídio variam em torno de 10-15 por 100.000.    Em alguns países do leste europeu, Escandinávia, Japão, as taxas chegam a 25 por 100.000.   Nos Estados Unidos, que colocam-se entre as taxas internacionais, entre 1970 e 1980, houve mais de 230.000 suicídios, aproximadamente 1 em cada 20 minutos.   Atualmente, neste país, o suicídio ocupa a oitava posição entre as causas gerais de morte, sendo que no grupo etário entre 15 e 24 anos, ocupa a segunda posição vindo após os acidentes.

     Estes números representam apenas os suicídios completados, sendo que as tentativas de suicídio são estimadas em 8 a 10 vezes maiores.

 

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS
  

     Os homens comentem suicídio com freqüência três vezes maior que as mulheres.   No entanto, elas tentam quatro vezes mais que os homens.

     Esta taxa mais alta de êxito entre o sexo masculino está associada aos métodos usados.   Geralmente o fazem usando arma de fogo, enforcamento ou pulando de locais elevados, enquanto as mulheres tendem a fazê-lo tomando dosagens excessivas de medicamentos ou veneno.

     As taxas de suicídio aumentam com a idade.   Entre os homens, o número de suicídios completados é maior após os 45 anos.   Entre as mulheres, esta taxa aumenta após os 55 anos.   A maioria dos suicídios ocorre entre 15 e 44 anos.

     Entre as raças: homens brancos cometem suicídio duas vezes mais que não brancos.   Dois em cada três suicídios são de homens brancos.

     O casamento, reforçado pelos filhos, diminui significativamente o risco de suicídio.    Pessoas solteiras, jamais casadas, cometem suicídio duas vezes mais que pessoas casadas.    Entretanto, pessoas casadas anteriormente, têm duas vezes mais chance de suicídio que as jamais casadas.   Estas taxas atingem um pico entre homens divorciados, chegando a 69 por 100.000.

     História de suicídio na família e isolamento social aumentam o risco de suicídio.

     Entre as profissões, quanto mais alta a posição social, maior é o risco de suicídio, mas, o trabalho em geral, protege contra o suicídio, que é maior entre as pessoas desempregadas que entre as pessoas empregadas.

     A saúde física está diretamente relacionada com a taxa de suicídio.   Em torno de 30% dos suicidas consultaram médico nos seis meses que antecederam o ato.  Estudos de necropsia mostraram doenças físicas presentes em 25 a 75% das vítimas de suicídio.    Fatores associados com doença e suicídio são a perda da mobilidade, que impossibilita atividade física ocupacional ou recreacional, desfiguramento e dor crônica intratável.   Contribuem os efeitos secundários como perturbação nos relacionamentos e perda da situação profissional.

     Quem avalia um paciente deve perguntar direta e exaustivamente sobre ideação suicida e tentativa anterior.   De forma alguma falar sobre o suicídio pode induzir um paciente a praticá-lo.   Além disso, uma tentativa de suicídio anterior é o melhor indicador que um paciente apresenta risco aumentado para suicídio.   O risco de um paciente fazer uma segunda tentativa de suicídio é mais alto dentro de três meses após a primeira tentativa.

     Oito em dez pessoas que se mataram dão alarme de suas intenções e cinqüenta por cento afirmaram abertamente que desejam morrer.   Ter um plano mentalizado com acesso a meios letais é um sinal particularmente perigoso.

     Outro sinal perigoso vem do paciente que estava ameaçando suicidar-se, e tornou-se silencioso e menos agitado.   Na medida em que ele melhora sente-se mais energizado e pode ter tomado a decisão secreta de cometer suicídio.

 

Fonte: http://www.psiquiatriageral.com.br/emergencia/emergencia.htm

Posted at 05:02 pm by PinkySammet
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